Quem é Quem

De 4 de Janeiro a 20 de Junho, publicámos 76 entrevistas: 61 com concorrentes de 30 países, 13 com responsáveis do WMOC'08, 2 com os presidentes da FPO e IOF. A versão inglesa representa 226 páginas, 108.858 palavras e 612.821 caracteres. Mais importante do que esse volume é a intensidade da vida real que passa nestas histórias e a memória pessoal de tantas competições: desde o primeiro WOC (1966), o primeiro O-ringen (1965), a primeira Jukola (1949), a Midnattssolgaloppen, Russian Azimuth, Swiss O Week, Bohemia 5 Days, Scottish 6 Days, Slovenian Oocup, etc., rogaining, velhos mapas na escala 1:42000, medalhados do WOC, WMOC e ski-0. Gente tão conhecida como Erkki Luntamo, Juhani Salmenkylä, Peo Bengtsson ou Jörgen Mårtensson, e de origens tão distantes como os EUA e Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Japão. Procurávamos bons atletas e boas histórias, e a nossa expectativa não foi defraudada. Eventuais injustiças na escolha dos entrevistados e algum desacerto nas perguntas são da minha inteira responsabilidade.

Manuel Dias

Carlos Monteiro[2008-06-20] Carlos Monteiro, WMOC Event Director
Atletas devem chegar antes das 8 horas, para fugir ao trânsito. Pré-partidas (-15) nas provas de Sprint. A ideia deste WMOC nasceu na Noruega, cresceu na Itália e beneficiou com a presença dos organizadores na Áustria e Finlândia. 22 Estações de rádio no terreno ligadas aos "speakers" e ecrã gigante. Resultados actualizados cada 15 minutos.

Dieter Wolf[2008-06-20] Dieter Wolf, M55, SUI
Foi medalha de prata na estafeta do WOC 1972. Ganhou WMOC em 1999 e 2001. No WMOC 2000, já com 51 anos, correu M35 e foi 10º. Depois de Portugal, vai fazer os 5 Dias da Eslovénia em H21E. Treina 25 horas por semana.

Timo Teinila[2008-06-19] Timo Teinila, WMOC speaker
É o 3º Mundial seguido que ele vai comentar, após Áustria e Finlândia. Também foi speaker no Fin5 e Jukola. Fala 6 línguas e meia mas não quer prejudicar relato com excesso de idiomas.

Jorge Simões[2008-06-19] Jorge Simões, WMOC Event Director assistant
Há um ano, fez 10.000 km de carrinha para ir à Finlândia promover o WMOC 2008. Entre as áreas sob sua responsabilidade destaca o banquete no Mosteiro de Alcobaça. A sua casa é, desde há 15 anos, uma extensão da sede da FPO.

Blair Trewin[2008-06-18] Blair Trewin, M35, AUS
Fez a primeira prova na Elite aos 15 anos e, aos 36, continua a correr nesse escalão. Recorda uma Taça do Mundo na Suíça em que tentou confundir os adversários correndo para um ponto errado. Fala do WMOC 2009 e da sua profissão de climatologista.

Mariett Matias[2008-06-18] Mariett Matias, WMOC Media responsible
Nasceu na Holanda e tem 26 anos. Mandou 200 mails numa noite. Fala como se conhecesse toda a gente. É russos para cá, neozelandeses para lá, checos, brasileiros e nórdicos, claro. Em Agosto vai para Pequim com os Paralímpicos.

David May[2008-06-17] David May, WMOC Senior Event Advisor
Desqualificação por m.p., pedir ajuda nas provas, andar à cola - três temas quentes. O IOF SEA fez 4 visitas oficiais por causa do WMOC. Há dois anos, em Pataias, confirmou que o terreno é de 1ª categoria e que a organização estava em boas mãos.

Gottfried Tobler[2008-06-16] Gottfried Tobler, M60, AUT
Reformou-se em 2003 e, durante 3 anos, dedicou-se exclusivamente ao "seu" WMOC 2006, de que foi director. Com uma equipa de 250 pessoas contactou cerca de 1000 proprietários de terrenos. Esposa e filha também vêm competir.

Tuulikki Salmenkylä[2008-06-16] Tuulikki Salmenkylä, W45, FIN
Foi medalha de ouro em W35 em 2000, na Nova Zelândia, mas uma epilepsia diagnosticada só em 2006 provocou-lhe duras perturbações de saúde nos últimos anos. Mesmo assim, foi 4ª na Itália e 11ª no Canadá e Áustria.

Arvo Majoinen[2008-06-16] Arvo Majoinen, M80, FIN
Começou a praticar orientação em 1947 e foi campeão de M80 no WMOC do ano passado na Finlândia. Em 1954 pôs a sua equipa em 1º lugar ao efectuar o 3º percurso da Jukola. Mas a prova mais curiosa foi em 1992 nas ilhas Fiji...

Fernando Costa[2008-06-14] Fernando Costa, WMOC Marketing responsible
Os eventos organizados pelo seu clube têm merecido uma cobertura mediática invulgar em Portugal. Uma parte do segredo são os "padrinhos" que ele arranja para as provas e o formato dos sprints nos parques do Porto.

Sarah Dunn[2008-06-13] Sarah Dunn, W40, GBR
Foi medalha de bronze em 2006 no WMOC da Áustria, mas ainda corre na Elite em provas na Escócia. Gosta de terreno de dunas e treinou na Marinha Grande em 2001. Tem funções de responsabilidade nas selecções escocesas e adora traçar percursos.

Santos Sousa[2008-06-12] Santos Sousa, WMOC planner
Traçou os 57 percursos da 2ª Qualificatória Longa deste WMOC. Foi 7 vezes Campeão Ibérico e Campeão Nacional Absoluto em 2006, e participou em 10 CISM. Fez uma Jukola memorável e recuperou 8 min. numa estafeta militar.

Sigurd Daehli[2008-06-11] Sigurd Daehli, M55, NOR
Campeão do Mundo de Estafetas em 1981 e 3º em Distância Clássica em 1983. Ganhou 3 WMOC e brilhou na Jukola, Tiomila, NOC e Blodslitet. Em Portugal luta por 2 medalhas e dá 5 anos ao filho para ser campeão do mundo.

Alexandre Reis[2008-06-10] Alexandre Reis, WMOC mapper and planner
Fez os mapas para os 3 Model Events da Longa e traçou os percursos da Qualificatória de Sprint. Cartografa desde 1998. Fez 16 Mundiais: 2 WOC, 2 BTT e 12 CISM. Jukola e O-Ringen foram experiências marcantes.

Nick Duca[2008-06-09] Nick Duca, M40, CAN
Nasceu na Roménia e vive no Canadá, tendo representado as duas selecções. Desde 1991 participou em 11 Mundiais (WOC) e vai fazer o 12º depois do WMOC. Faz um bom retrato da orientação no Canadá e fala de Ionut Zinca.

Tiago Aires[2008-06-07] Tiago Aires, WMOC mapper and planner
Fez os dois mapas de Sprint e os percursos da respectiva Final. Ele e a Raquel Costa fazem estágios para jovens e criaram um clube sensação. Com 26 anos, participou num JWOC e 4 WOC. Vai falhar Olomouc por lesão.

Irina Stepanova[2008-06-06] Irina Stepanova, W55, RUS
Ganhou WMOC da Finlândia e gostaria de repetir a vitória em Portugal. O seu principal adversário são os seus nervos. Foi 13 vezes campeã soviética. Adora nadar em águas geladas e vem ver o oceano pela primeira fez.

Luís Sérgio[2008-06-05] Luís Sérgio, WMOC mapper
Fez o mapa da Final Longa em Pedrógão e recomenda que se use e abuse da bússola. Em 5 anos cartografou 200 km2. Acha que alguns mapas nacionais têm pouca qualidade. Foi 2 vezes campeão de Elite e participou em 4 WOCs.

Ari Kattainen[2008-06-04] Ari Kattainen, M50, FIN
Medalha de prata na estafeta do WOC 1989, ganhou o WMOC de 2007, foi 2º em 1999 e 3º em 2004. Em Cantanhede, contra adversários 10 anos mais novos, venceu o H40. Admite que os finlandeses ganhem todas as medalhas em M50.

Rui Antunes[2008-06-03] Rui Antunes, WMOC Mapping coordinator
Fez o mapa das 2 Qualificatórias da Longa e traçou o percurso dessa Final. Tem muita experiência em pinhal com dunas e recomenda navegação à bússola e permanente leitura do mapa. Cartografou até agora 250 km2 e tem contactos para mais trabalho no estrangeiro.

Jon Musgrave[2008-06-02] Jon Musgrave, M45, GBR
Medalha de prata no WOC de 1993, fez a sua melhor prova na Jukola 1995, catapultando a equipa do 212º para o 18º lugar no 2º percurso. Ganhou o WMOC de 1997 (EUA), foi 2º em 1999 (Dinamarca), 3º em 2002 (Austrália) e 4º em 2006 (Áustria).

Jacinto Eleutério[2008-05-31] Jacinto Eleutério, WMOC Course coordinator
As 5 provas oficiais mobilizaram 3 cartógrafos e 5 traçadores. Estarão no terreno 715 controlos para 348 percursos. Colocação das balizas a cargo de actuais e antigos campeões. Supervisor internacional teve intervenção importante.

Rune Carlsson[2008-05-30] Rune Carlsson, M70, SWE
Ganhou WMOC de Itália 2004 e Finlândia 2007. Começou aos 14 anos, correu a Tiomila 42 vezes e competiu em 56 países, incluindo a China. Com 58 anos fez 3h03 na Maratona de Estocolmo. Foi tipógrafo, é vegetariano.

Åke Jacobson[2008-05-29] Åke Jacobson, Presidente da IOF
O caminho para os Jogos Olímpicos passa pela conquista de maior visibilidade. Temos de construir um "produto" que venda. Sem modificar a orientação, temos de a tornar mais atractiva para aqueles que não a praticam. Os veteranos devem fazer ouvir a sua voz sobre o futuro do WMOC.

Augusto Almeida[2008-05-29] Augusto Almeida, Presidente da FPO
A proposta inicial para este WMOC incluía também Distância Média. Nos últimos 6 anos surgiram em Portugal 60 novos clubes e os eventos passaram de 30 para mais de 100 por ano. Há juniores e juvenis de grande qualidade. Depois do WMOC e do WOC-BTT, podem vir aí outras provas internacionais.

Jurate Uleviciene[2008-05-28] Jurate Uleviciene, W55, LIT
O seu treino são 15-20 minutos de jogging matinal com o marido e o cão. Foi 6ª na Áustria. Em Portugal só quer fazer uma prova descontraída na Final A. O marido foi 3º no Canadá e adora o 1º percurso da Jukola, à noite.

Vladimir Ioffe[2008-05-26] Vladimir Ioffe, M70, ISR
Ainda não tinha 30 anos quando, na Rússia, começou a praticar orientação. Hoje, com 70, em Israel, faz os percursos de H55 e D40. Esteve nos WMOC da Itália, Áustria e Finlândia. Espera em Portugal atingir pela primeira vez a Final A.

José Fernandes[2008-05-23] José Fernandes, M45, POR
Só foi ao Mundial da Áustria em 2006 e qualificou-se para a Final A. A sua vitória mais saborosa foi no POM 2007 contra Jörgen Mårtensson. Aprendeu muito com José Carlos Pires e Dinis Costa e pede aos traçadores percursos mais difíceis.

Ezio Paris[2008-05-21] Ezio Paris, M55, ITA
Desta vez, o entrevistador é um ex-entrevistado. E o entrevistado é o presidente da Federação Italiana. Algumas provocações e a revelação: no Mezzocorona os homens competem com bravura mas são as mulheres que ganham títulos.

Gabriella Györffy[2008-05-19] Gabriella Györffy, W40, HUN
Há dois anos, na Final da Áustria, apanhou outra húngara, que viria a ser medalha de ouro, mas deixou-a fugir. Agora, sem tempo para treinar, vem a Portugal sobretudo para se divertir. A sua melhor corrida foi uma prova de sprint.

Alberto Minguez[2008-05-16] Alberto Minguez, M40, ESP
Ganhou duelo contra Santos Sousa no último Ibérico e arrecadou 3 medalhas nos Campeonatos de Espanha. É professor universitário, esteve em dois WOC e este é o seu primeiro WMOC. Espera ir ao pódio... nos 6 Dias de França.

Tomas Zdrahal[2008-05-14] Tomas Zdrahal, M55, CZE
Após 2 horas de orientação, ele está a beber uma cerveja; no rogaining, após 2h de prova, faltam-lhe outras 22. Percam 10 minutos e divirtam-se a ler o Tomas, que começou os seus "treinos em altitude"... numa praia do Mar Morto.

Paulo Becker[2008-05-12] Paulo Becker, M45, BRA
Campeão sul-americano e presidente do COSM, o clube de orientação mais antigo do país e que organizou os 5-Dias do Brasil em 2006, com Mårtensson e mais 150 europeus. Fala dos terrenos desde a Amazónia ao Rio Grande do Sul.

Ingrid Roll[2008-05-09] Ingrid Roll, W70, NOR
Ganhou o WMOC em 2001 e 2007, mas a prova da sua vida foi em 1986 quando entendeu o mapa pela 1ª vez. Acha que já tem idade para comer e beber de tudo. A grande aposta para Julho é poder mergulhar nas águas salgadas de Portugal.

Jerzy Parzewski[2008-05-07] Jerzy Parzewski, M55, POL
Correu maratona em 2h42 e em Novembro ganhou ultralonga de montanha com quase 10 horas em 2 etapas. Em 2009 tem desafio de 240 km. Competiu na Elite até aos 45 anos. Esta época está em M50. Foi 4º no WMOC da Áustria.

Hugh Moore[2008-05-05] Hugh Moore, M60, AUS
Tinham-me dito que o Hugh é uma das 10 figuras mais curiosas da orientação no mundo inteiro. E deve ser verdade. Desde 2003 vem todos os anos à Europa e recusa ser ajudado em prova. Escreveu romances e aprendeu sueco: "Jag vet inte".

Martin Checkley[2008-05-02] Martin Checkley, M55, GBR
Em 1998, ele e Judith venderam a casa na Grã-Bretanha, compraram uma autocaravana e decidiram viajar pelo mundo. Pararam em Espanha. Estão ambos reformados e felizes com a vida que levam. Vêm dar apoio à organização do WMOC.

Etienne Bousser[2008-04-30] Etienne Bousser, M60, FRA
Entre 1976 e 1989 disputou 7 Mundiais na Elite (WOC). Ganhou os 5 Dias de l'Aveyron em 2005, os 6 Dias da Escócia em 2007 e o POM em Fevereiro passado. Conhece Gueorgiou desde os 9 anos e o seu filho vem competir em M35.

Andreas Grote[2008-04-28] Andreas Grote, M40, SUI
Fez 39 provas no último Verão. Em 1988 competiu pela 1ª vez em Portugal e disputou o I Troféu Martin Kronlund em Espanha. Melhor e pior prova no mesmo mapa, 20 anos depois. Melhores eventos: WOC 1993 e SOW 2006.

Liudmila Labutina[2008-04-24] Liudmila Labutina, W65, RUS
Melhor WMOC foi Espanha'96. Em 2004, 2006 e 2007 fez boas Qualificatórias mas errou nas Finais A. No ski-WMOC de 2003 partiu a correia do esqui e foi 3ª. Ganhou provas na Noruega, Bélgica, República Checa, Hungria e Turquia.

Freddy Sillien[2008-04-22] Freddy Sillien, M60, BEL
Fez 1h09 na Meia e 31min. nos 10.000 metros. Ganhou os 5 Dias de França em 2000 e foi 15º no WMOC da Noruega 2003. Várias vezes campeão da Bélgica, tem no seu filho Nicolas um digno sucessor, quase ao nível de Fabien Pasquasy.

Tomislav Kaniski[2008-04-17] Tomislav Kaniski, M35, CRO
Das 10 provas que fez no WOC, destaca a estafeta de 1995 na Alemanha. A equipa incluía uma rapariga e o treinador de 46 anos. Recuperaram 35 minutos contra a Eslovénia. A "rapariga", agora holandesa, também vem ao WMOC.

Eero Tuuteri[2008-04-14] Eero Tuuteri, M85, FIN
Fez 1ª prova em 1942, com botas e uniforme de soldado, a poucos quilómetros da linha da frente. Voltou à competição 20 anos depois e fez erros de principiante. Melhor memória: Suíça 1975. A mais curta entrevista desta secção.

Lena Nordahl[2008-04-10] Lena Nordahl, W80, SWE
Lena e Arne conheceram-se num campo de treinos em 1949. Casaram-se. Ele ganhou o Mundial de 1992 na Austrália; ela, o de 2001 na Lituânia. O filho, Per Nordahl, foi campeão da Suécia. Arne tem umas contas a ajustar com a baliza nº 8.

Albano João[2008-04-07] Albano João, M45, POR
Ainda júnior, correu os 1500m em 3.52 e os 800m em 1.56. Hoje treina 24 atletas, incluindo adversários seus. Nos WMOC de Espanha e Noruega falhou a Final A por 2 lugares. Conhece bem a orientação portuguesa e fala dela.

Tom A. Karlsen[2008-04-03] Tom A. Karlsen, M55, NOR
Treina sem lesões desde os 10 anos. Ganhou três Mundiais (1997, 2000 e 2002) e foi 3º na Noruega 2003, 4º na Itália 2004 e 2º na Áustria 2006. Pensando em Portugal vai treinar dunas na Dinamarca. A sua melhor recordação é da Mongólia.

Kayoko Sakai[2008-03-31] Kayoko Sakai, W55, JPN
Devido à fraca concorrência feminina, compete no Japão em H55. O principal adversário é o marido. Durante o WMOC 2007 na Finlândia aconteceu-lhe uma bonita história com "muikut". Para Portugal está a fazer grandes treinos de... inglês.

Finn Arildsen[2008-03-27] Finn Arildsen, M45, DEN
É o criador do Condes, que todos os traçadores de percursos conhecem. Explica como, há mais de 20 anos, decidiu usar o seu PC para traçar um percurso e responde a questões sobre o "Condes 8". A prova da sua vida: Midnattsolgaloppen 1987.

Anne Nurmi[2008-03-24] Anne Nurmi, W45, FIN
Começou a praticar aos 6 anos com o pai, foi 2ª nos WMOC de 1999 e 2003 e esteve sempre no Top10 nos últimos 5 anos. Foi 2ª na Jukola e 3ª na Tiomila. O marido, Veli-Pekka Nurmi, ganhou o último Fin5 e foi 8º no WMOC da Finlândia.

Peo Bengtsson[2008-03-20] Peo Bengtsson, M75, SWE
Pratica há 60 anos. Em 1965, criou o O-Ringen, que reuniu 23 000 participantes em 1985. Organiza "tours" por todo o mundo, competiu em 89 países e ajudou a divulgar a modalidade em metade deles. Assume-se como favorito em M75.

Alida Abola[2008-03-17] Alida Abola, W50, LAT
Medalha de bronze no WOC 1989, ganhou WMOC em 2004 e 2005. Correu a Maratona em 3h12 e pratica alpinismo e corridas de aventura. Tem duas netinhas e está pouco preocupada com resultados. O seu ídolo é Annichen Kringstad.

Matti Railimo[2008-03-13] Matti Railimo, M60, FIN
Fez a sua 1ª Jukola em 1964 e ganhou o WMOC 2005. Compete muito no estrangeiro e tenta evitar provas com chuva por causa dos óculos. Esteve no último POM e ganhou em Cantanhede. O seu prato favorito é bife com pimenta.

Cornelia Eckardt[2008-03-10] Cornelia Eckardt, W35, GER
Treina em Dresden a olhar para os mapas de Leiria. Ganhou o WMOC do Canadá e foi 5ª na Áustria e Itália. Na Elite foi 9ª num Mundial Universitário e 25ª numa prova da Taça do Mundo. É engenheira e toca piano. Melhor evento: SOW 2006.

Joaquim Sousa[2008-03-06] Joaquim Sousa, M35, POR
Aos 37 anos, vai tentar qualificar-se também para o WOC, onde fez 14 provas, sendo a melhor o Sprint na Ucrânia em 2007. Só esteve no WMOC da Áustria 2006: foi 18º e ganhou o Sprint não oficial. Lamenta ausências de Mário Duarte e Santos Sousa.

Birgitta Olsson[2008-03-03] Birgitta Olsson, W75, SWE
Ganhou 5 vezes o WMOC, incluindo 2007, mas o título mais saboroso foi o de 1998: ela ganhou em W55, a irmã em W65 e o sobrinho em M40. Antes fez carreira na Elite, com 2 medalhas no WOC de 1972. Cerveja nunca, vinho às vezes.

J. Salmenkylä[2008-02-20] J. Salmenkylä, M75, FIN
O 1º WOC foi em 1966 e o 1º atleta a partir chamava-se... Juhani Salmenkylä. Correu mais de 50 vezes a Jukola: em 1949 não lho permitiram por ser muito novo, mas em 2007 ainda não o acharam muito velho. Entrevista nº 20, dia 20, pontuação 20!

Torid Kvaal[2008-02-18] Torid Kvaal, W65, NOR
Dividiu a medalha de ouro com uma sueca no Mundial da Finlândia. No último Outono fez uma viagem inesquecível com a WWOP: 3 semanas em autocarro, 13 países, 25 provas. Vem a Portugal desde 2001 e acaba de ganhar o POM no Algarve.

Mykola Bozhko[2008-02-15] Mykola Bozhko, M55, UKR
Foi 2º na Áustria e 4º na Finlândia. Desde 1976 fez 1100 provas e treinou 125.000 km. Em 1980 correu percurso de 10,2 km em 38.50. A esposa Tetyana ganhou o Mundial de 97 nos EUA e é a nova presidente da Federação Ucraniana de Orientação.

Pavlina Brautigam[2008-02-13] Pavlina Brautigam, W45, USA
Ela corria pela selecção da Bulgária, Joe pela dos EUA. Casaram no banquete oficial do WOC 1993. Juntos, foram campeões de veteranos no Mundial de Rogaining e, com as duas filhas, fazem equipa no campeonato americano de Estafetas.

Ferran Santoyo[2008-02-11] Ferran Santoyo, M35, ESP
F. S. Medina fez várias provas de 100 km e de 24 horas a correr. É director da Escola Espanhola de Técnicos de Orientação. Escreveu 2 livros e dezenas de artigos. Fala de Ikonen e Thierry. Criou um troféu nos pinhais que em jovem via do comboio.

Sole Nieminen[2008-02-08] Sole Nieminen, W80, FIN
Venceu o último WMOC por 6 minutos, mas o melhor ano foi 2003: ganhou WMOC, ski-WMOC e 5 medalhas na Finlândia. Em 1997, nos EUA, ouviu falar de ursos e lobos, sentiu um grande animal atrás de si, fartou-se de correr e foi medalha de prata.

Stefano Galletti[2008-02-06] Stefano Galletti, M40, ITA
Nos últimos 7 anos "Stegal67" assinou 500 reportagens no site da Federação Italiana, é speaker e tem um blogue. Bacharel em astrofísica, bancário e campeão de xadrez, fez 2 provas com partida à mesma hora, uma em Itália, outra na Suíça...

Gillian Ingham[2008-02-04] Gillian Ingham, W50, NZL
Gillian e Malcolm receberam o prémio de Treinadores do Ano 2006 na Nova Zelândia. São os pais de Lizzie Ingham, uma júnior de nível mundial. Propõem um modelo de treino semanal incluindo uma "sessão salsicha" às terças-feiras.

Jörgen Mårtensson[2008-02-01] Jörgen Mårtensson, M45, SWE
Na década de 90, foi campeão ou vice-campeão do Mundo 8 anos seguidos. Ganhou várias vezes o O-ringen, Jukola e Tiomila. É uma lenda viva. Dono da PWT, competiu em mais de 90 países. Há 3 meses organizou em África "Quatro Nações num Dia".

Tom Hiltebrand[2008-01-30] Tom Hiltebrand, M50, SUI
Ganhou o WMOC da Áustria em 2006. Foi treinador da selecção suíça e gosta de terrenos onde possa aplicar a velocidade. Provas de eleição: Jukola (orientação) e Sierre-Zinal (atletismo). Não acredita em heróis, mas na preparação física, técnica e mental.

Baiba Ozola[2008-01-28] Baiba Ozola, W40, LAT
Foi campeã da Letónia (Elite) aos 39 anos. Campeã europeia de rogaining e medalha de bronze em esqui-O. Vem esta semana ao POM. Adora Sprint (venceu na Áustria) mas não chegará a tempo de fazê-lo no WMOC. É também campeã... no humor!

Eddie Harwood[2008-01-25] Eddie Harwood, M55, GBR
Fez 8 corridas numa semana, incluindo 5 de montanha com distância média de 30 km e desnível superior a 2000 metros. A sua prova mais perfeita foi nos 6 Dias da Escócia de 2003. Os melhores eventos: VWC 1992 na Tasmânia e SOW 2006.

Marje Viirmann[2008-01-23] Marje Viirmann, W45, EST
Campeã da ex-URSS em 1986 na classe Elite, foi medalha de prata nos últimos dois WMOC. Participou várias vezes no Tiomila e Jukola. Este ano quer ganhar em Portugal e obter uma boa classificação no Mundial de Rogaining na Estónia.

Alexander Afonyushkin[2008-01-21] Alexander Afonyushkin, M40, RUS
Ganhou no Canadá e foi 3º na Áustria. Esteve 10 anos sem treinar depois de uma carreira na Elite, sendo 3º nos campeonatos da ex-URSS. É empresário, no Inverno vem treinar a Espanha e quer voltar ao pódio em Portugal.

Paulina Majova[2008-01-18] Paulina Majova, W55, SVK
Correu os 3000 metros em 9.42, foi 2ª no WMOC 98, é metodologista de treino e treinadora pessoal de Marian Davidik. Fala de viagens, terrenos, percursos e define uma "boa prova". Não luta por medalhas, tem o pódio à espera quando chegar a W90.

Björn Linnersjö[2008-01-16] Björn Linnersjö, M65, SWE
Desde 1958 fez 2155 provas e lembra-se de todas. Participou 40 vezes no O-ringen e ganhou 9. Correu 17 vezes a Tiomila e foi medalha de ouro no WMOC da Finlândia. É oficial reformado da Marinha e está a restaurar uma casa de 1807.

Lillian Røss[2008-01-15] Lillian Røss, W85, NOR
Nadou na equipa da Noruega antes de descobrir a orientação há mais de meio século, quando os mapas eram 1:50.000 e as provas um acontecimento social. Faz todos os dias uma caminhada no bosque com o cão e, no Inverno, ainda vai esquiar.

Tapio Peippo[2008-01-10] Tapio Peippo, M55, FIN
Dava treino de guerrilha na fronteira com a Rússia. Ganhou 3 dos últimos 4 Mundiais e perdeu o outro por m.p. (falha do sistema?). É louco por estafetas: 2º na Jukola e 1º no CISM '77, há 20 anos que a sua equipa de veteranos vai ao pódio na Finlândia.

Elizabeth Brown[2008-01-07] Elizabeth Brown, W90, GBR
Numa prova de chasing start, apanhou a líder mas parou e deixou-a seguir. Foi no princípio da carreira e nem se deu conta de que estava a entregar a vitória. Treinou muito para a Maratona de Londres em 1982. Hoje, caminha 3 km por dia.

Erkki Luntamo[2008-01-04] Erkki Luntamo, M90, FIN
Estreou-se em 1931, mas a experiência mais emocionante foi durante a II Guerra Mundial: "Demorei 30 horas para fazer 12 km de terreno pantanoso, no meio do nevoeiro e em estrita obediência à bússola. Ao atingir o alvo fui ferido, mas o alvo foi destruído também".

 
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